Quando há band-aids demais você percebe que algo está errado. Quando há lágrimas demais algo esta errado. Quando há peguiça demais algo está errado. Quando há duvidas algo esta errado. Quando há dor algo esta errado. Quando há medo algo está errado. Quando há impaciencia algo esta errado. Quando há desconfiança algo está errado. Quando há erro algo está errado. Sou toda errada, dos pés a cabeça!
Matenho a fé; luto com força e avanço, mesmo que não seja da melhor forma eu estou indo pra frente.
Fé é tudo que eu tenho. E tudo que me salva.
terça-feira, 22 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Sete mares
Chamaram-me para navegar. Aceitei, sem pestanejar nem pensar em consequências. Entrei a bordo e a sensação era maravilhosa. Meu peito ardia de paixão: misturavasse adrenalina com suas mãos frias e as palpitações desreguladas. Seu cheiro gostoso e úmido era agrádavel, mesmo com a maresia. Sorte nossa, azar meu.
O barco se afastava da margem, meus olhos não acreditavam que eu estava ali. Era confuso de acreditar que eu voltara a subir em um barco que não me proposionava colete salva-vidas. Eu deixava o barco se afastar. "Pule enquanto a tempo!" minha mente me alertava, meu coração não. Sorrir era o suficiente depois de caricias e abraços.
O avanço da embarcação agora era mais lento, o motor não havia sido ligado. Esperei que fosse ligado. Deixei o barco se afastar por conta da maré mas o vento não colaborava. Os ventos não estavam ao nosso favor. Azar nosso, sorte minha. Resolvi ancorar e esperar o motor ser ligado: não quero mais viajar a passos lentos. Sorrir não é mais o suficiente.
Sentei, com os pés para o mar, estava tão convidativo que pulei. Mergulhei fundo e vi peixes que sanavam meu desejo. Eu gostei de pular!
Volto a superfice, tomando folego para me levantar. Alguem me chama no barco, parece que estão querendo consertar o motor. Não quero subir! Quero nadar por novos mares sem continuar a bordo de uma embarcação. Não vou subir, não posso, não consigo. Coração, você fica ou vai comigo?
O barco se afastava da margem, meus olhos não acreditavam que eu estava ali. Era confuso de acreditar que eu voltara a subir em um barco que não me proposionava colete salva-vidas. Eu deixava o barco se afastar. "Pule enquanto a tempo!" minha mente me alertava, meu coração não. Sorrir era o suficiente depois de caricias e abraços.
O avanço da embarcação agora era mais lento, o motor não havia sido ligado. Esperei que fosse ligado. Deixei o barco se afastar por conta da maré mas o vento não colaborava. Os ventos não estavam ao nosso favor. Azar nosso, sorte minha. Resolvi ancorar e esperar o motor ser ligado: não quero mais viajar a passos lentos. Sorrir não é mais o suficiente.
Sentei, com os pés para o mar, estava tão convidativo que pulei. Mergulhei fundo e vi peixes que sanavam meu desejo. Eu gostei de pular!
Volto a superfice, tomando folego para me levantar. Alguem me chama no barco, parece que estão querendo consertar o motor. Não quero subir! Quero nadar por novos mares sem continuar a bordo de uma embarcação. Não vou subir, não posso, não consigo. Coração, você fica ou vai comigo?
quinta-feira, 17 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Here we go again.
Quando eu comecei a viver minha nova vida eu não imaginaria nada de como ela estaria hoje. Eu preciso de tantos comigo, sou tão mais forte e dividida. Sou melhor! Nada que é seu vai embora, nada que DEVE ser seu vai embora. O que é seu tá guardado. Clichês geralmente tendem a ser verdadeiros.
Quando se percorre caminhos por onde nunca passou encontra-se com pessoas que escolheram esse mesmo caminho, apontando pontos comuns. Pontos comuns são responsáveis por aproximação, aproximando-se ninguem perde, só ganha, ganha e ganha!
Se perder será o medo, a solidão e, talvez, novos caminhos te forcem a enfraquecer laços com pessoas que caminham por caminhos diferentes. Se elas partirem para sempre não deviam pertece-lo. O que tem de ser seu volta/nunca se vai!
Quando se percorre caminhos por onde nunca passou encontra-se com pessoas que escolheram esse mesmo caminho, apontando pontos comuns. Pontos comuns são responsáveis por aproximação, aproximando-se ninguem perde, só ganha, ganha e ganha!
Se perder será o medo, a solidão e, talvez, novos caminhos te forcem a enfraquecer laços com pessoas que caminham por caminhos diferentes. Se elas partirem para sempre não deviam pertece-lo. O que tem de ser seu volta/nunca se vai!
terça-feira, 1 de junho de 2010
O ar que eu quero respirar não vai me fazer bem.
A medida que o tempo passa fica ainda mais claro a quantidade de impurezas que existem no meu ar. Existe muita coisa ao meu redor que me faz mal mas eu não consigo viver sem, não consigo me desapegar. Não sou a única que passo por esse tipo de problema, eu exergo pela vizinhança conflitos e ares mais poluidos que o meu, mas essa medida é uma dentro das inumeras coisas que eu não quero comparar com a de mais ninguem.
A poeira que vem ferindo meus olhos - e meu coração - são provenientes do mesmo lugar, sempre. O grande problema é que a poeira faz parte de todo um grande contexto. Antes de ser poeira fora parte de uma grande realização, de uma contrução que te trouxe vinculos, sorrissos, esperança e felicidade. Se fosse poeira desde o começo era só expana-la mas não é.
Depois de certo tempo você para de respirar ou se intoxica. Eu estou entoxicada!
A poeira que vem ferindo meus olhos - e meu coração - são provenientes do mesmo lugar, sempre. O grande problema é que a poeira faz parte de todo um grande contexto. Antes de ser poeira fora parte de uma grande realização, de uma contrução que te trouxe vinculos, sorrissos, esperança e felicidade. Se fosse poeira desde o começo era só expana-la mas não é.
Depois de certo tempo você para de respirar ou se intoxica. Eu estou entoxicada!
Assinar:
Comentários (Atom)
